July 31st, 2010 -- Ivan Pereira

Be an Open-Minded person0

I hate my job2

Esta história é simplesmente brutal… Sempre que a volto a ler rio-me que nem um perdido. Foi escrita aqui.

My job is so fucking unbelievable. I’ll try to sum it up by first telling you about the folks I work with:

First, there is this supermodel wanna-be chick. Yeah, okay, she is pretty hot, but damn is she completely useless. The girl is constantly fixing her hair or putting on makeup. She is extremely self-centered and has never once considered the needs or wants of anyone but herself. She is as dumb as a box of rocks, and I still find it surprising that she has enough brain power to continue to breathe.

The next chick is completely the opposite. She might even be one of the smartest people on the planet. Her career oppertunities are endless, and yet she is here with us. She is a zero on a scale of 1 to 10. I’m not sure she even showers, much less shaves her “womanly” parts. I think she might be a lesbian, because every time we drive by the hardware store, she moans like a cat in heat.

But the jewel of the crowd has got to be the fucking stoner. And this guy is more than just your average pothead. In fact, he is baked before he comes to work, during work, and I’m sure after work. He probably hasn’t been sober anytime in the last ten years, and he’s only 22. He dresses like a beatnik throwback from the 1960′s, and to make things worse, he brings his big fucking dog to work. Every fucking day I have to look at this huge Great Dane walk around half-stoned from the second-hand smoke. Hell, sometimes I even think it’s trying to talk with its constant bellowing. Also, both of them are constantly hungry, requiring multiple stops to McDonalds and Burger King, every single fucking day.

Anyway, I drive these fucktards around in my van and we solve mysteries and shit.

Os tugas e as estradas de 3 vias5

Eh pah nos últimos tempos tenho andado mais pelas auto-estradas e uma coisa me tem irritado profundamente, que são as estradas de 3 vias e a mentalidade dos tugas. Ora tuga que é tuga não circula pela direita, não fosse para eles essa a faixa dos camiões.

Vai um gajo sossegado pela direita e tem que passar para a terceira via da esquerda para ultrapassar um meco desses que face as buzinadelas continua impávido e sereno como se nada se passasse, cheio de razão. Afinal de contas ele não é nenhum camião…

O mal é que durante uma viagem são bastante menos os que circulam pela direita e legalmente do que os que vão na sua eterna faixa. Onde é que está a virtude? Ora está no meio e o tuga não foge aos ditados.

Se alguém me souber esclarecer, diga-me por favor se de facto é ou não permitido eu continuar na minha via da direita e passar os ditos cujos, que uma vez que não tenho nenhum obstáculo pela frente, na minha perspectiva não estou a efectuar uma ultrapassagem. Uma coisa é a opinião, outra é o conhecimento da causa.

Míticas frases0

“Então já chegaste?”

ou

“Estás por aqui?”

Nesta última normalmente tenho o reflexo de olhar para trás e confirmar se não estarei noutro sítio.

Jornalismo imparcial, uma OVA.0

Desculpem lá mas mais uma vês o Marco Santos “tirou-me as palavras da boca”, ou neste caso do teclado.
Leiam o texto:

Nunca acreditei que o jornalismo pudesse ser imparcial. Até um jornalista tem direito à indignação. Uma notícia pode ser escrita de forma propositadamente neutra, cingir-se aos factos, refugiar-se nos substantivos, mas nunca será imparcial.

Uma máquina é imparcial, um ser humano não; mas estamos tão dependentes de máquinas que criámos o mito de que o ser humano é capaz de agir como uma. Achamos que o jornalista tem o dever de ser imparcial, mas é uma falsa questão: o jornalista é um ser humano e, por isso, o seu dever é ser honesto.

Ao contrário das máquinas e dos computadores, somos inteligentes e criativos nas associações que estabelecemos, fazemos escolhas a partir de convicções éticas e morais que aprendemos (ou não) ao longo da vida. Poderá chegar a altura em que máquinas sejam capazes de fazer essas escolhas, mas só nós poderemos sentir por que razão são feitas.

O pretenso jornalismo de investigação à volta do caso Freeport, justificado pela sacrossanta «independência» em relação aos poderes, não foi imparcial, como dizem, foi desonesto.

Exemplos? O Correio da Manhã noticiou que uma funcionária da empresa Smith & Pedro, promotora do Freeport, declarara à Polícia Judiciária, em 2004, ter ouvido dizer que Manuel Pedro, seu patrão, pagara «400 mil» ao responsável pelo licenciamento do outlet, se pagara em contos ou Euros não sabia, mas tinha ouvido dizer. A Polícia Judiciária não achou o depoimento credível e deixou-o cair.

Cinco anos depois, em pleno circo mediático, o Correio da Manhã recupera a história. A concorrência, incluindo o jornal de referência Público, pega na cacha, dá-lhe mais ressonância. No título ou lead do Público não se informa que tais declarações já têm cinco anos e que foram rejeitadas por quem de facto faz investigação. No Correio da Manhã idem-idem aspas-aspas. Esse dado insignificante surge quase no fim dos textos…

Quantas vezes suportaram a berraria de jornais e televisões a propósito da famosa carta rogatória dos ingleses? Demasiadas, aposto. Pois o grupo americano Carlyle, actual proprietário do Freeport PLC, fez hoje um desmentido oficial após a auditoria às contas, garantindo que, afinal, não foi detectado nenhum buraco financeiro nem qualquer pagamento de luvas…

Intrigante, não é? «Não há fumo sem fogo», diz o povo, esquecendo-se que o fumo também pode ser criado por quem deseja queimar um inocente. Agora façam o seguinte exercício: observem atentamente a forma como esta notícia em que se desmentem luvas e buracos financeiros vai ser transmitida nos noticiários; comparem o tom mais recatado, circunspecto, quase tímido, ao pagode jornalístico dos últimos dias.

Sempre que um editor ou director de jornal ou televisão faz um discurso sobre independência fico com vontade de rir. Mas quem pensam estes tipos que estão a enganar? Numa sociedade capitalista ninguém é absolutamente independente: no caso dos jornais é preciso vender, angariar publicidade e segurar os melhores clientes. Os jornais fazem fretes a quem lhes coloca lá publicidade. Não é vista como uma questão ética, é uma questão de sobrevivência. Uma notícia aqui, uma breve ali, às vezes nota-se mais, às vezes nota-se menos, mas fazem-no. A diferença estabelece-se entre o que se está disposto a vender, uma breve ou a própria alma, não entre quem é, ou não é, independente. Todos somos dependentes. Dependentes do dinheiro.

Quando falam em «independência» e «imparcialidade» para justificar uma campanha noticiosa cujo objectivo principal sempre foi o lucro, as audiências, as vendas… A sério, a hipocrisia de todo este processo dá-me a volta ao estômago. Tudo conduz ao dinheiro, diz o Pedro e com razão.

Investiguem, sejam o contra-poder, usufruam de todas as liberdades que nos deu o 25 de Abril mas, por favor, não se esqueçam também das responsabilidades. E não nos façam de parvos.

Um post para a imortalidade2

Já pensaram bem que cada vez que escrevem um post, um comentário, um artigo, publicam uma foto, um video, etc… estão a tornar-se potêncialmente imortais. Que a vossa marca fica ali “para sempre”…

Coisas que esta nossa sociedade da informação fez com que chegasse a qualquer um.

Adivinha a merda que aqui vai…7

Digam-me o que disserem, mas que merda de música é esta?
A melodia já está gasta, o tema também, e a letra é suposto ser o quê?
Porque é que as rádios passam isto? Não têm melhor? É por ser quem é?

Desculpem-me mas ouvir isto é não ter os mínimos de aceitação de qualidade musical. É suposto a música ser uma arte, algo artistico.

PS: Não estou contra o gajo que a compôs, cada um compões o que quer e como quer. Não estou contra quem a ouve, o mesmo principio anterior aplica-se. Agora porquê que as radios tanto passam isto dizendo que é o novo sucesso do Andrezito. Sucesso??!! xiça…

RIP, Richard Wright1

É um sinal dos tempos que passam. São as noticias que nos entristecem, ver um ídolo desaparecer. Jamais esquecerei a sua obra tanto a solo como em Pink Floyd.

15 de Setembro foi um dia triste.

Estradas de Portugal5

Caros amigos e leitores.

Este fim de semana, no meu trabalhinho, deparei-me com o fim de semana mais negro nas estradas, desde que comecei nesta vida (Dezembro 2007).

Não sei se foi coincidência ou se tem algo haver, mas o aumento de matrículas amarelas que se verificaram neste fim de semana devem ter contribuído para esta desgraça. não só porque aumentaram o volume de tráfego, mas também porque realmente eles não foram talhados para conduzir nas nossas estradas. Principalmente os que tentam andar de mota sem terem carta e os utensílios em Portugal obrigatórios, como capacete. Resultado, lesões provavelmente fatais e outras que deixaram marcas por muito tempo.

A todos deixo o apelo, conduzam com mais precaução que o costume e se virem um pombo, fujam….(deixo esta explicação para mais tarde).

Aquele abraço…

‘A minha próxima vida’ de Woody Allen3

Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expuslo porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos responsabilidades e ficamos um bébé até ascermos. Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à escrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila! Acaba como um orgasmo! I rest my case.

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