July 31st, 2010 -- Ivan Pereira

Achmed – Jingle Bombs0

Jeff Dunham is back!

Upgrade1

Bem, depois de uma intensa conversação e de um suborno chorudo, cá estamos nós no universo dos posts.

Enquanto não chegamos a domingo, que será um marco histórico na Nova Culinária Digital, apresentamos hoje, Sexta-Feira: um post sem interesse absolutamente nenhum!

Que fractal delicioso

Insuflem-se!

Publicidade da Microsoft. O desespero!2

Isto era um link de publcidade Adsense que apareceu cá no blog.

http://www.microsoft.com/portugal/obtenhafactos/default.mspx

Apareceu com o seguinte títutlo

Windows ou Linux. Analises Análises de desempenho independentes e casos práticos.

Repitam la outra vez: indepen…. ah? o ke? não estou a perceber bem!

Os nossos amigos da Redmond andam um bocadinho aflitinhos da vida.

Porquê Microsoft?0

Porque é que raio o Windows Update instala os programas e depois vai instalar uma actualização de segurança de cada vez para o programa anteriormente instalado?!! Porque é que não instalam a última versão do programa já com as actualizações todas?

Exemplo: Instala o .net e ele pede para reiniciar! Instala uma actualização crítica para o .net (ou seja o anterior instalado era inseguro)! Reinicia! Instala mais uma actualização de segurança! Reinicia!

Chiça um gajo para instalar as actualizações todas tem que ser às pinguinhas e sempre a reiniciar!

Alguns diriam que não há outra maneira. Mas então aquele programazinho, o Auto Patcher que a Microsoft quis proibir, que faz tudo de uma vez!

Ora mais um restartzinho para a mesa 5, sff… E já lá vão 7…

E depois o burro sou eu hein?

Conversas entre objectos… part 10


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Sorri1

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz

Charles Chaplin

Colour Haze @ 1musicA24

Passo a abrir esta segunda feira uma rubrica que vai ter lugar neste espaço todas as segundas feiras. Terá o nome de 1musicaA2 (uma música à segunda) e está tem uma categoria própria para que possam consultar facilmente todos os temas da mesma.

E do que se trata?

Trata-se de uma musica que dará a conhecer uma banda, um momento. Vou expor algumas das minhas bandas e musicas do momento favoritas. Estão todos convidados a fazer sugestões que são sempre bem vindas. O conhecimento não ocupa lugar.

Esta semana e para abrir o espaço deixo um vídeo de uma banda simplesmente fabulosa (quase como todas que irão aqui passar :-) )
A qualidade de som do youtube não é a melhor, mas serve para dar a conhecer ou para quem já conhece desfrutar do som.

Colour Haze são de Munique na Alemanha e com o seu rock psicadélico tornam um pequeno espaço, num universo de emoções e viagens deliciantes.

Indignações1

Pkp toda a gente no hi5 é bonita… dasss…

eu_sou_mais_gira_no_hi5.gif

O Foda-se5

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela diz.

Existirá algo mais libertário que o conceito do “foda-se!”?

O “foda-se!” aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Liberta-me.

“Não queres sair comigo?! – então, foda-se!”

“Vais querer mesmo decidir essa merda sózinho(a)?! – então, foda-se!”

O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição.

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

“Comó caralho!”, por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que a expressão “comó caralho!”?

“Comó caralho!” tende para o infinito, é quase uma expressão matemática. Senão vejamos:

“A Via Láctea tem estrelas comó caralho!”

“O Sol está quente comó caralho!”

“O universo é antigo comó caralho!”

“Eu gosto do meu clube comó caralho!”

“O gajo é parvo comó caralho!”

Entendes?

No género do “comó caralho!”, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “nem que te fodas!”.

Neste caso, nem o “Não, não e não!” e tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade “Não, nem pensar!”, o substituem.

O “nem que te fodas!” é irretorquível e liquida o assunto. Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida. Um exemplo: aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência. Solta logo um definitivo e esclarecedor: “Huguinho, presta atenção, meu filho querido, nem-que-te-fodas!”. O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir o teu CD (…)

Mas há outros palavrões igualmente clássicos. Pensa na sonoridade de um “Puta que pariu!”, ou o seu correlativo “Pu-ta-que-o-pa-riu!”, falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba.

Diante de uma notícia irritante, qualquer “Puta-que-o-pariu!”, dito assim, põe-te outra vez nos eixos. Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.

E o que dizer do nosso famoso “vai levar no cú!”? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação “vai levar no olho do cú!”?

Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus, quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha do seu interlocutor e solta um: “Chega!! Vai levar no olho do cú!”?

Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima. Desabotoas a camisa e sais à rua, o vento a bater na face, o olhar firme, a cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e um renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registar também aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: “Fodeu-se!”. E a sua derivação, mais avassaladora ainda: “Já se fodeu!”.

Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?

Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo do género de quando estás a conduzir sem os documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene da polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? “Já me fodi!”.

Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de fraca competência e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm de baixar, o tempo para a obter tem de aumentar, a população não tem consciência de cidadania e engana as finanças, rouba o Estado e não contribui para o país como deveria……………………. tu pensas “Já me fodi!”.

Então:

Liberdade

Igualdade

Fraternidade

e

foda-se!!!

Mas não desesperes: este país ainda vai ser “um país do caralho!”.

Atenta no que te digo.

By Millôr Fernandes (adaptado)

in rainbows0

Deixo aqui um exemplo de que o último cd dos Radiohead “in rainbows” não é mais do mesmo…

Last Flowers To The Hospital

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